Abandonada – Ausência humana
No inicio, sorrisos meio timidos,
Exaltação dos sentidos.
Verdades por ti escondidas,
Que levaram a um final de sensações entorpecidas.
Julgamentos e proibições,
Só levaram a factores que geram revoluções,
Egocentrismo nas tuas atitudes,
Deixam de lado quaisquer vicitudes.
Agora sabendo que foi a ti que me entreguei,
Nas tuas ideologias fiquei aprisionada,
Parece que durante este tempo todo,
Fui apenas a que ficou abandonada.
Fonte: vamps.blogs.sapo.pt
Ausência Humana
Não sei o que eu faço,
Nada me parece bem,
Se estou sorrindo, logo choro,
A caminhada é de água e de cloro.
A porta que se abre está vazia,
Os pássaros que volteiam longe se vão,
A estrada é de medo, de pavor,
Onde, meu Deus, ficou meu abrigo de amor?
Nada me agrada... passos ligeiros...
Perdi da vida meu verdadeiro roteiro,
Quanto sol eu já fui!
O horizonte me deixou e partiu!
O destino demorou a se pronunciar,
Demorou a se delinear,
Tristemente, me colocou
Frente a um amor, que ele mesmo crucificou!
A terra é linda, mas seus habitantes confundem,
Os sonhos de verão iludem,
Vida e aurora
São redemoinhos que não vão embora!
Fonte: sitedepoesias.com
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